Os mercados globais operam com pouca direção nesta quarta-feira, 30 de setembro, antes da divulgação de dados de atividade e inflação dos Estados Unidos. O petróleo permanece abaixo de US$ 100 por barril, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuam parcialmente após a forte alta recente. No Brasil, o Ibovespa fechou a terça-feira, 29 de setembro, em alta de 0,45%, aos 183.827 pontos, apoiado por dados favoráveis de emprego e crédito. O dólar encerrou o dia a R$ 5,216. O mercado brasileiro continua dividido entre o suporte das commodities e a cautela com juros globais, cenário fiscal e eleições. A curva de juros segue sensível à combinação entre atividade doméstica ainda resiliente, inflação potencialmente pressionada pelo petróleo e custo elevado de financiamento nos Estados Unidos. O ambiente permanece marcado por prêmio de risco elevado. A queda parcial dos juros longos americanos reduz a pressão imediata sobre ativos emergentes, mas ainda não altera a estrutura de financiamento global mais restritiva. No Brasil, dados fortes de emprego favorecem a atividade, porém podem limitar a velocidade de desinflação e manter a política monetária cautelosa. No setor corporativo, a revisão da CSN evidencia como fretes, custos operacionais e endividamento podem afetar margens mesmo em um mercado de commodities relativamente firme. A direção dos ativos deve continuar dependente da combinação entre dados americanos, petróleo, câmbio e percepção fiscal doméstica. Este conteúdo tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Avalie as informações e, se necessário, procure orientação profissional.Mercados aguardam dados dos Estados Unidos enquanto cenário doméstico mantém a volatilidade elevada
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