Governos e investidores globais intensificam o debate sobre contas de investimento automáticas para recém-nascidos. Nos EUA, o programa que deposita US$ 1 mil para bebês nascidos entre 2025 e 2028 ganha tração, inspirando movimentos similares em corretoras brasileiras.
O CENÁRIO O foco mudou do “cofrinho” para o “home broker”. Com a queda da atratividade da poupança, pais buscam na renda variável uma forma de garantir o futuro dos filhos, aproveitando o poder dos juros compostos por 18 ou 20 anos.
O IMPACTO A entrada precoce no mercado cria uma base de capital robusta no longo prazo. Contudo, o risco reside na falta de preparo dos responsáveis, que podem expor o patrimônio dos menores a riscos excessivos sem uma estratégia de diversificação adequada.